Resolução Nº 102 – Redefinir a abrangência geográfica de Phaeothlypis rivularis (Wied, 1821), da lista principal de aves brasileiras, por decorrência da Resolução No 66.

Os limites geográficos de Phaeothlypis rivularis, ao se considerar a independência da espécie politípica P. fulvicauda e seus táxons subordinados extraterritoriais: P. f. leucopygia, P. f. veraguensis, P. f. semicervina, P. f. motacilla e P. f. significans, passam a ser aqueles atribuídos à subespécie nominada, P. r. rivularis e aos táxons: P. r. mesoleuca e P. r. bolivianus (Lowery & Monroe 1968:75-7; Clements 2000:657).

 

Referências

 

 

Decisão 1/2008 – caso Separar Phaeothlypis rivularis em três espécies.

 

Lovette. 2004. Mol Phyl. Evol. 32: 512-523

 

Atualmente apenas duas espécies são reconhecidas dentro do gênero Phaeothlypis. Em contraste, os dados moleculares apresentados sugerem que Phaeothlypis compreende seis linhagens geográficas bem estruturadas de DNA mitocondrial. A amplitude da diferença do DNA mitocondrial separando as seis populações de Phaeothlypis é maior que aquela entre pares de espécies de outros parulídeos amplamente aceitos como espécies plenas. Phaeothlypis deve ser separado em seis espécies.

Táxons com ocorrência em território brasileiro:

Phaeothlypis rivularis (Floresta Atlântica)

Phaeothlypis mesoleucus (Escudo Guianense)

Phaeothlypis fulvicauda (noroeste amazônico)